Nem todos os que caminham connosco querem ver-nos chegar ao destino.
Meus caros membros do grupo da Máfia, a vida é uma escola onde nem todos os sorrisos representam amizade, nem todos os silêncios significam fraqueza e nem todas as palavras bonitas vêm acompanhadas de boas intenções.
Neste mundo, há quem se aproxime de ti por aquilo que és, mas também há quem se aproxime pelo que podes oferecer. Há quem te aplauda em público e, em silêncio, deseje que fracasses. Por isso, aprendam a observar sem julgar precipitadamente, a ouvir sem acreditar em tudo e a confiar sem entregar a própria vida nas mãos de qualquer pessoa.
Ser da Máfia, no nosso sentido de grupo unido, não deve significar viver de ameaças, criar conflitos ou prejudicar os outros. Deve significar lealdade, respeito, união e responsabilidade pelas próprias atitudes. A verdadeira força não está em meter medo às pessoas, mas em conquistar respeito sem precisar de humilhar ninguém.
Lembrem-se: o dinheiro pode acabar, a fama pode desaparecer e os amigos podem afastar-se, mas o carácter é aquilo que revelamos quando ninguém está a observar.
Que hoje cada um de nós tenha sabedoria para distinguir os verdadeiros aliados dos simples oportunistas, coragem para reconhecer os próprios erros e humildade para continuar a crescer.
A nossa maior vitória não é ver alguém cair; é conseguir subir sem precisar de empurrar ninguém para baixo.
Bom dia, família! Que nunca nos faltem união, visão, respeito e inteligência para vencer os desafios da vida.
Assinado: Crónica do Dia — A voz da reflexão.

