Havia um menino que vivia em uma zona nobre localizada no Interior de Minas Gerais, no Brasil. Seu nome era Fulano (Anonimato) tinha os seus 17 anos, vivia com os pais batalhadores. Era alegre, brincava com os seus amigos no seu bairro, e seus pais avisavam sobre o perigo que os jogos poderiam trazer para o menino. Ele utilizava um celular ‘tijolão’ para se comunicar com os seus pais, e amigos para que possam saber da sua localização.
Em casa, os pais trabalham duramente para a sua formação acadêmica, e ele lisonjeava pelo esforço dos seus pais e tinha uma irma dos seus 14 anos, que ambos estudavam em diferentes colégios. Certo dia ele recebeu uma chamada de um desconhecido lançado propostas de como ganhar o dinheiro, então ficou espantado com a tal proposta. Muito estranho nem? Mas como o menino ficou muito atento e seguiu exactamente os conselhos dos seus pais desligou imediatamente e foi para casa chorando.
Seus pais e sua irma ficaram preocupados com o menino, enquanto isso seus amigos ficaram um pouco preocupados com a postura meio franzina do menino que foram para o consolar, dizendo: ‘O que aconteceu rapaz?’ Ele: ‘Recebi um telefonema de um desconhecido falando sobre os jogos de azar’. Seus amigos disseram: ‘Se liga, esses jogos ai estão causando maior prejuízo nas famílias, tinha um cara nosso que vendeu tudo e tirou sua própria vida’. Ele: ‘Ainda bem que desliguei a tempo e nem dei bola para o sujeito, e ainda tenho o ‘tijolão”. Seus amigos: ‘Melhor tijolão do que os celulares modernos que roubando o nosso tempo’.
E assim o menino trocou a proposta dos jogos de azar por amizade dos seus amigos e a felicidade da sua família.
